segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Sobre mortos e mortos - flores para quem merece

 

Pode ser uma pretensão intelectual ou não.

 

Mas se for para comparar os mortos e seu "legado" de humano, 

destaca-se quem desafiou padrões e enfrentou a ignorância geral. 


Jean Luc Godard não era um monarca como a rainha Elizabeth a segunda.


Godard nunca deu um tiro e dirigiu filmes.

A rainha dirigiu um império assassino.


E quem ganha loas e louvações na mídia tradicional corporativa comercial?

 

A morte digna de Godard - um suicídio assistido - não teve a repercussão "real" e 

funeral transmitido via satélite.

 

Já os mortos assassinados pelo império britânico ao longo da história a quem a mídia 

tão "defensora" da "democracia" silencia ensurdecedoramente e de forma conivente, 

destilando toda sua hipocrisia típica da classe ao qual faz parte, parece apenas mero detalhe.


De uma hora pra outra parece que o mundo inteiro virou um bando de súditos dessa 

realeza brega, caduca e ordinária.


Malvinas, África, Índia que o digam.


Já Jean Luc levou às telas a imaginação e o desafio criativo ante a babação real sabuja. 

Um era revolucionário. A outra é a besta-fera para tantos povos.


Foda-se a rainha e o império! Viva Godard e o cinema!!!

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