Pode ser uma pretensão intelectual ou não.
Mas se for para comparar os mortos e seu "legado" de humano,
destaca-se quem desafiou padrões e enfrentou a ignorância geral.
Jean Luc Godard não era um monarca como a rainha Elizabeth a segunda.
Godard nunca deu um tiro e dirigiu filmes.
A rainha dirigiu um império assassino.
E quem ganha loas e louvações na mídia tradicional corporativa comercial?
A morte digna de Godard - um suicídio assistido - não teve a repercussão "real" e
funeral transmitido via satélite.
Já os mortos assassinados pelo império britânico ao longo da história a quem a mídia
tão "defensora" da "democracia" silencia ensurdecedoramente e de forma conivente,
destilando toda sua hipocrisia típica da classe ao qual faz parte, parece apenas mero detalhe.
De uma hora pra outra parece que o mundo inteiro virou um bando de súditos dessa
realeza brega, caduca e ordinária.
Malvinas, África, Índia que o digam.
Já Jean Luc levou às telas a imaginação e o desafio criativo ante a babação real sabuja.
Um era revolucionário. A outra é a besta-fera para tantos povos.
Foda-se a rainha e o império! Viva Godard e o cinema!!!
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