Após o ataque estadunidense que deixou uma estimativa de mais de cem mortos na Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, analistas passaram a citar o até então "esquecido" DIREITO INTERNACIONAL.
A flagrante violação da carta da ONU na operação ianque na Venezuela não é nenhuma novidade. É modus operandi do imperialismo desde o final da Segunda Guerra Mundial.
Foi assim no Panamá, Granada, Guatemala, Honduras...
Mas o que vale para alguns, parece não valer para outros que sofrem e padecem do mesmo mal imposto pela super potência do Norte. E em especial o seu "satélite" no Oriente Médio, Israel - reconhecido pela ONU desde 1948 - que vem sistematicamente ao longo do tempo violando aquilo que podemos denominar de DIREITO INTERNACIONAL.
É questão tabu criticar Israel e a sua ideologia sionista no ocidente. É pra ser acusado de "antisemita", ou "nazista" pelos defensores dos "direitos humanos" que não enxergam direito os humanos palestinos, oprimidos e massacrados pelo "democrático" estado de Israel.
A máscara desse estado criminoso está caindo e a realidade grita fazendo-se enfim ouvir por até então alguns ouvidos moucos que tratavam a questão palestina e o terrorismo sionista com extrema moderação.
Mas aludir pelo DIREITO INTERNACIONAL da Palestina e seu povo ainda não está na pauta de boa parte dos analistas. Enfim, um papel que já foi utilizado pelos ianques, ingleses, franceses e israelenses diversas vezes na História como papel higiênico para limpar o rabo e ser descartado no lixo após o uso.
Caem por terra as teorias liberais do direito. Afinal de contas, quem se importa com DIREITO INTERNACIONAL quando são os plutocratas cafetões da democracia que mandam no planeta?
O papel que importa para essa casta global parasitária é outro; verde e pintado com números...

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