No tabuleiro ou no campo de jogo da geopolítica, os players atuam
de forma adequada às regras que nem sempre eles criaram ou concordam;
já que as mesmas são constantemente burladas por aqueles que não se arriscam
sujar o calção. Ou no caso, o terno e a gravata. Ou a farda. Ou a toga.
Os agentes que na surdina, no subterrâneo, invisibilizados por uma mídia corporativa à serviço, tangencia suas presenças. A cara a dar a tapa é a dos governos, “divididos” segundo critérios pra lá de suspeitos entre “democráticos”
ou “autocráticos”.
Os considerados “democráticos” são aqueles que “cumprem” o serviço; atendem as demandas e exigências das agendas e dos comandos, estão
umbilicalmente atados aos interesses financeiros oligárquicos. Ganham “biscoito”
se conduzem uma política [de fora para dentro], mantendo uma dependência sobretudo econômica, de acordo com o cronograma corporativo e a ganância dos acionistas, rentistas, financiadores, especuladores e achacadores dos seus próprios povos e países. Portanto, passam a imagem de bonzinhos, “defensores dos direitos humanos/civis”, pseudo progressistas - por mais conservadores que sejam - e o que mais importa, liberais. Por mais que a CRISE coma seus povos pelas entranhas…
Os considerados “autocráticos” são os vilões da história; os malvadões. “contra os direitos humanos/civis”, afrontadores da ordem, assim classificados por apenas tentarem seguir caminhos que não sejam aqueles determinados pelos poderosos grupos transnacionais oligarcas e monopólios financeiros corporativos. Tentam ser soberanos, visando antes defender os interesses de seus povos e nações.
Mesmo estando à esquerda ou à direita, correm o risco de terem suas fronteiras invadidas, ameaçadas, bombardeadas, tanto pelo mega hard power ou pelo soft power.
Aqui corações e mentes estão na alça de mira desse novo desenho geopolítico que se vislumbra no horizonte, das guerras assimétricas, híbridas, em tonalidades variadas, desde a cultura do cancelamento nas redes digitais a sanções econômicas. Da indústria cultural às religiões de recorte neopentecostal. O ocidente é implacável com seus cães de guarda ideológicos: OTAN, CIA, RAND, FMI, Banco Mundial, USAID, NED, e sempre contando com a little help de um MOSSAD da vida. E sim, também a subalternidade interna de burguesias vendidas, secretarias do grande capital, e suas instituições civis e militares. Já é de conhecimento de muitos autores que versam sobre o tema, a realidade construída artificialmente que visa desestabilizar internamente o ambiente político dos regimes “autocráticos” pela alcunha de primaveras ou revoluções coloridas. Mas tudo construído “democraticamente”, é lógico…
As reuniões de organismos de CEOs e chefes de estado, como as do Fórum Econômico Mundial de Davos na Suíça, ou os de Bilderberg - mais secreta, porém não menos conspiratória - servem para determinar os rumos do planeta em todas as suas instâncias: ambientais, sanitárias, direitos humanos/civis, sociais, econômicas, tecnológicas, científicas, culturais e políticas. Fala-se muito em great reset, ou um “grande re-início”, um meio cujo fim implica futuramente apoderar-se do que ainda não está completamente em suas mãos. Grosso modo é isso. Crises, guerras, revoltas, bagunças em geral são plantadas. Podemos estar diante de uma grande avalanche terminal, ou talvez o último suspiro pela disputa do controle total do mundo(nuclear?).
Quem viver, verá se esse jogo termina no tempo previsto, ou se haverá prorrogação e pênaltis. A liberdade pode ser uma caixinha de surpresas. Que soe o apito…final?
Façam suas apostas!

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